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CAROS VASCAÍNOS:

O nosso cenário para 2018 é preocupante.

Senão vejamos: a atual diretoria irá lutar até o fim pois se julga no direito de continuar mandando, isto mesmo, MANDANDO E DESMANDANDO no clube pois se julgam os únicos com condições de administrá-lo. Para isso contam com a lentidão da justiça e a cassetada de recursos que com certeza impetrarão para não largarem o osso.

Quanto ao clube, o planejamento e as contratações ficam em segundo plano bem como a Libertadores que será uma oportunidade ímpar para o Vasco mostrar internacionalmente que ainda vive apesar dos pesares.

A disputa pelo poder não é pura e simplesmente uma prova de vascainidade e com certeza imbute muitas coisas que virão a tona com a mudança da administração e isso com uma  clareza cristalina justifica o interêsse da dinastia Miranda em perpetuar-se no poder, abrindo caminho para outros membros da família.

Já a outra chapa que provisoriamente e de acôrdo com a justiça é momentâneamente vencedora, por enquanto e até o dia 15 próximo nada poderá fazer e quem sabe mesmo após o dia 15 ficará a mercê dos tais recursos.

Confesso que não sou eleitor e sempre tive muito respeito e cuidado em declinar a minha preferência por A ou B. 

Sempre achei o nosso clube merecedor do melhor, do mais honrado, do mais ético, do mais capacitado e o mais honesto entre todos os candidatos, mas onde encontrar esta raridade?   No futebol com certeza torna-se difícil.

Vejo a juventude do postulante JÚLIO BRANT com bons olhos, em que pese a sua falta de experiência o que aliás deve ser a preocupação de todos os que amam este clube.                   Mas experiência adquire-se praticando  e se ele não pegar a caneta e ir a luta jamais a terá, porém uma coisa me preocupa.

Ainda nada está decidido e segundo noticiário,  o BRANT criou um conselho de conselheiros. Até aí tudo normal, já  que torna-se necessário e saudável em gestões modernas e é um dos grandes males da atual administração que nunca ouviu ninguém e sempre foi a última palavra em tudo.

Mas um dos supostos conselheiros, refiro-me ao ex-jogador FELIPE, quem sabe picado pela mosca azul já está fazendo contatos em nome da possível futura administração e como tal já está sondando jogadores e até um supervisor de futebol. Acho isso tudo muito prematuro e um péssimo prenúncio de desordem e desmando. 

Acredito que o tal Brant tenha assumido compromissos com a turma de ex-jogadores que demonstraram apoio a sua candidatura, porém não o acho tão idiota a ponto de delegar poderes que ainda nem são seus a ex-jogadores, pois isso já começa a comprometer uma suposta direção ainda embrionária.

Confesso que outros ex-jogadores como Mauro Galvão  que abertamente  também deu o seu apoio, entraria nessa furada por um motivo muito simples:  é ético e sério e não admite ver o seu nome associado a situações hipotéticas.

Eu acho que o Brant deveria dar um freada nesse Oba Oba, pois nada está decidido e esta atitude do Felipe longe de mostrar um início promissor de administração, mostra sim um péssimo exemplo de desordem e uma mostra de que se o Brant  não for enérgico e seguro virará refém dos que o apoiaram ávidos por holofotes que um dia já tiveram.

Deve sim, formar o seu grupo com os melhores que possam existir no mercado e utilizar os seus conselheiros em caso de dúvida e sem o conhecimento da imprensa, e esperar a justiça decidir quem comandará o nosso clube nos próximos anos.

Mas para os vascaínos como eu que torcem por um clube moderno, com uma arena acolhedora e confortável, com um centro de treinamento de primeiro mundo e o resgate do futebol vascaíno a nível internacional é a quem me dirijo neste momento, no último dia do ano de 2017.

Desejo de coração a imensa nação vascaína, que a justiça seja feita e que o clube volte a funcionar normalmente, que a grandeza do nosso clube se perpetue e que continuemos a ganhar dos mulambos mesmo que seja no cara ou coroa e finalmente, que haja paz nos estádios.

 

FELIZ   2018.

 

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