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ECON. WILSON CARLOS FUAH ECON. WILSON CARLOS FUAH
Foto: ARQUIVO PESSOAL

                     O VASCO E O FREIO DE ARRUMAÇÃO

Todos nós torcedores conscientes, sabemos que o Vasco está num estágio de transição, e que este ano temos que lutar para não cair, o objetivo é chagar em dezembro com os 47 pontos e preparar para os próximos anos. A derrota para o Atlético/PR, foi um “freio de arrumação”, ou seja, cair para a realidade do nosso plantel, que está com uma base excelente, com jogadores de alto nível e que darão muitas alegrias a todos nós torcedores do Vasco, mas vamos devagar, devagarinho.

              Em 1994 o Vasco passou por uma renovação igual a este momento, onde destacavam: Goleiro- Carlos Germano; Laterais - Pimentel; Cássio: Zagueiros : Tinho, Alex Pinho; Volantes - Leandro Ávila; França; Meio Campos - Yan; William e Vítor, Atacantes - Valdir, Gian e Jardel, e o Técnico – Jair Pereira que era cobra criada, mesclava esse time jovem com os jogadores experientes como: Alexandre Torres; Jorge Luiz e Ricardo Rocha na zaga, Luizinho no meio campo; Hoje, podemos considerar que o Vasco, tem uma safra muito mais numerosa e pronta para jogar, mais precisa de um Técnico que saiba trabalhar com os jovens e os experientes, para fazer essa transição sem provocar traumas, e não vir a queimar esses jovens promissores jogadores, e não dispensar a ajuda de Martin Silva; Anderson Luiz; Nenê e Luiz Fabiano, poderão assumir as responsabilidades nas derrotas e dosar o entusiasmos nas vitórias. São eles (os experientes) que poderão administrar a cadência e saber a hora certa para soltar a velocidade da garota para cima dos adversários.

             Mas, para isso, o Vasco teria que ter um Vice-Presidente de Futebol experiente, e que fosse o administrador das vaidades do Técnico Milton Mendes e dos jogadores, mas ao que parecer o Vasco hoje é poço de vaidade, e os dirigentes vendem uma previsão muito além do que o plantel possa dar, e fazem futurologias de “brigar pela cabeças” e dá a garantia antecipada de estar na Libertadores da América, mas a realidade é brigar para não cair, e ponto.

                    Essa derrota mostrou que apesar da força e do talento dos jovens jogadores, não é tudo, o time ainda precisa, de um maestro, que saiba dar cadência quando necessário e distribuir as jogadas para ataque sem dar contra-ataque, e em minha opinião, caso venha a dispensar o Nenê, é necessário a contratação de um Médio Apoiador que não seja um carregado de bola, pois no elenco, temos vários jogadores com as mesmas caracterizas: Nenê; Evander; Guilherme; Matheus Vidal; Escudeiro, Wagner. Mas, falta um Maestro, que joga como jogava: Willian; Geovani, Zanata e Douglas. Em todos os times que estão na “ponta da tabela” tem esse jogador e o Vasco não tem.

            Mas, essa derrota veio na hora certa, para que o Treinador possa repensar e colocar as coisas no devido lugar, pois para todos nós que somos conscientes, sabemos que esses jogadores estão entrando por necessidade e não está havendo planejamento nenhum, o que nos resta é ficar na torcida para que tudo dê certo, e ao final do ano possamos estar todos felizes e que o Vasco permaneça na elite do Futebol Brasileiro em 2018. Um abraço a todos Vascaíno de Norte a Sul do Brasil.

         Economista Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas, e apaixonado pelo Clube de Regatas Vasco da Gama. Fale com o Autor: [email protected]


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