Isso é um reflexo da transição no Vasco, que ainda é mal feita, lenta, só olha pra um lado.
Lá atrás, o Lopes ia observar um jogador da base e acabava achando outro melhor ainda.
Hoje, parece que os responsáveis pela transição vão observar um atleta e nada mais. O mais incrível é que parece que não assistem jogos da base.
Alguns jogadores acabam desistindo e procurando outro caminho. E às vezes, aquele que foram observar também não fica.
É difícil entender essa deficiência no futebol do Vasco. Até mesmo porque cada garoto é um investimento. Chega com 8, 9 anos e vive sua infância e adolescência no clube. Alguns vêm até de outros estados.
Está certo dizer que não se pode aproveitar todos, concordo. Mas se a gente só olhar pra onde precisa naquele determinado momento, a gente NUNCA mais terá uma quantidade de jogadores formados na base e perde-se dinheiro com isso. Já vi, em outras gestões, dispensarem jogadores da base para posições que NÃO TINHA NINGUÉM no profissional pra colocar. Já ficamos antes sem volantes porque dispensaram os da base. Ou então, dão a desculpa de que não puxam porque "são garotos". Mas, quando serão profissionais se não começarem a enfrentar as responsabilidades?
Já vi o Rodrigo vindo da base quase com idade estourada, parar o Arrascaeta no primeiro tempo e o Éverton Ribeiro no segundo tempo. Um garoto que parece até que colocaram pra queima-lo. Ele, pra surpresa de todos, superou tudo. Era craque? Não, mas entrou e cumpriu com sua responsabilidade.
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