Parabéns, Villani!
O pai tricolor não interfere na paixão do filho Vascaíno.
Eu fico feliz porque eu também tinha em casa um pai flamenguista e uma mãe tricolor, mas que nunca interferiram na minha escolha.
E foi um presentão poder apresentar o garoto a um dos maiores goleiros da história do Vasco. Eu gostava muito de vê-lo treinando em São Januário. Principalmente na época em que se valorizava mais os treinos coletivos.
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