Acho que o Vasco está precisando cantar um pouco aquela música que diz, "eu só peço a Deus, um pouco de malandragem...", às vezes eu acho o time do Vasco muito ingênuo dentro de campo, aceitando provocação ao invés de provocar discretamente; querendo brigar na frente de 300 câmeras sabendo que o VAR só espera um deslize pra punir o clube; ficando na pilha já com 5 ou 10 min de jogo. Isso é tudo que qualquer adversário deseja! Botar pilha em vocês e vocês caírem. O Vasco está precisando de uns cinco Dé, o Aranha pra deixar o adversário querendo arrancar o calção pela cabeça, ao invés de deixar o adversário fazer isso com eles.
Uma outra coisa é estarem ligados 120 minutos no jogo. O companheiro foi agarrado na área, todo mundo tem que estar vendo, por mais que só o capitão fale, todo mundo tem que correr no árbitro, NA HORA. Só assim ele vai pensar duas vezes antes de seguir com o jogo e o VAR vai pensar duas vezes também antes de nos prejudicar.
O "time do ninho" faz isso a todo momento, mesmo que, em 99% das vezes eles NÃO tenham razão. Imagina, se eles que têm a maioria da arbitragem "no bolso", fazem isso, por que nós não fazemos? Se somos prejudicados em mais de 70% dos jogos!!!
Falta psicologia, malandragem de futebol não é uma coisa desleal. Quando você provoca um adversário discretamente e sem olhar pra ele, se ele reagir é porque já caiu na armadilha. Deixa ele falar e te xingar sozinho. A primeira bola que vier, dá uma caneta que com quase certeza vai tirar ele do jogo porque ele vai ser expulso.
Mas parece que o jogador de hoje tem medo de sofrer falta. Quase ninguém vai à linha de fundo com medo do pontapé. Pouquíssimos tentam driblar quando se faz necessário. Pouquíssimos tentam invadir a área no meio de dois adversários.
Às vezes eu fico pensando que esse tipo de ousadia com responsabilidade, é que está faltando. Isso desenferruja o emocional e o passe melhora. O que mais a gente faz em alguns jogos é entregar a bola pro adversário com erro de passe. Aí eu lembro do "professor" lá do Dente de Leite: "Passe é fundamento! Passe não se erra!" Por coincidência, se chamava Seu Renato.
Só que o Portaluppi nessa época tinha 5 anos de idade.
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