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Como a Venezuela, o Vasco também tem o seu ditador. E contrariando a logica de que "Fruto Maduro" despenca do galho, o de lá e o de cá não caem de jeito nenhum. A sede de poder os fazem beber na taça da vaidade a água da fonte da vida eterna. Já não se consideram semi deuses - mas como outorgados a entidade suprema, Estão acima de qualquer dos mortal Não se consideram capazes de serem substituidos. Não confiam que exista alguém capaz ou provido de qualidades para supera-los. Nem sequer iguala-los. Possuem suas milicias, seguranças, apaniguados, sicifantas, oportunistas e louvaminheiros que, como moscas, brotam do esterco ou do corpo em decomposição. Um é o Deus do mal, arrastando o seu País para o inferno. O outro não! Ao contrário do Maduro de lá, o Maduro de cá, faz do "seu clube" - melhor dizer que é o Vasco é dele, pois que dele se aposou - quer transforma-lo no próprio inferno.Como Hades, ameaça soltar o Craquem, sobre aqueles que não o adorarem. Fez do seu filho um benemérito, mas quer mais! Sabe que seu filho não chegaria agora a presidência do Vasco - onde a dinastia dos Mirandas para ele é uma herança genêtica. No Vasco do Maduro de cá, não tem oposição, nem valores, nem despreendimentos. Só interesses. Querem o poder, mas não se unem nem abrem mão de interesses pessoais em favor do Vasco. E é disso que ele se vale. Compra apoio, auxiliado por duas figuras que simulam no ano eleitoral um rompimento com ele. E vende a ilusão de que será derrotado na eleição, para dividir mais a oposição. Não dono de táxi, nem é dono de escola de samba, mas é amigo dos donos, que nos bastidores sempre foram seus leais generais. Está decisão de levar o clássico Vasco x Flamengo para São Januário foi uma irresponsabilidade premeditada. Não lhe importa se o Vasco para onde o Vasco possa ir. Ele já apequenou o Vasco.  Desde que ele garanta ao seu filho, por mais quatro anos, à do balcão de negócios: negociando jogadores. Principalmente das divisões de base.          


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