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Foto: Reprodução da internet

Com a chegada do fim de ano, muitos jogadores que possuem contrato de empréstimo com o Vasco até a presente data voltarão aos seus clubes de origem. São os casos de Clayton, Danilo Barcelos, Sidão, Rossi e Richard por exemplo.

Esses dois últimos inclusive, ainda fazem parte dos planos do cruzmaltino para a temporada, entretanto o clube de São Januario se vê pessimista pela permanência dos atletas. Rossi precisa solcilitar aos chineses um novo empréstimo, o que é considerado improvável, já que o atleta já estava emprestado. O caso de Richard também não é fácil, o volante voltou ao Corinthians e tem chances altas de ser reintegrado. Apesar da vontade do técnico Abel Braga de contar com ambos.

Além disso, Oswaldo Henríquez, Guarín e Felipe Ferreira são prioridade de renovação para o Vasco. Dentre os três, o volante é o principal objetivo de permanência para o clube, vide suas atuações no Brasileirão que ajudaram o time em jogos cruciais (como  o gol decisivo contra o Cruzeiro em São Januário). O zagueiro Oswaldo Henríquez complicou a sua situação com sua pedida de aumento salarial, e pode não continuar no Rio.

O meia atacante Felipe Ferreira foi contratado por empréstimo junto à Ferroviária, teve poucas chances na reta final do Brasileirão, mas nas poucas chances conseguiu se destacar e chamou a atenção da diretoria vascaína, que vê com bons olhos uma continuidade do meia, pelo menos até o fim do Carioca, e tenta estender o empréstimo do mesmo. No total, são confirmadas 13 saídas do Gigante neste final de ano.

A grande maioria das saídas são consideradas válidas principalmente pela reprovação da torcida, muito em virtude da não correspondência dos atletas durante o ano, como os casos do goleiro Sidão, com atuações irregulares, entrou no 'radar' de reclamações da torcida, Danilo Barcelos é mais um neste aspecto que não deixará saudades, assim como os meias Valdívia e Marquinho, e o atacante Clayton. Este último inclusive causou certo medo ao torcedor com a suposta irregularidade de atuar em 3 times diferentes durante o Brasileirão. Porém o caso não foi á frente e não causou problemas.

Outros jogadores entretanto poderiam ter mais chances na equipe profissional, como é o caso do goleiro João Pedro, que subiu aos profissionais este ano, porém praticamente não teve chance alguma de atuar, mesmo com as atuações irregulares de Sidão, Luxemburgo priorizou o ex-goleiro São Paulino nas ausências de Fernando Miguel, do que a prata da casa, que viu seu espaço diminuir drásticamente.

O volante Bruno Ritter pouco jogou, e ainda viu seu xará Gomes tomar conta da reserva após boas atuações com Luxemburgo, marcando até gol em clássico. Deixará o Vasco sem grande parte dos torcedores sequer lembrar que foi revelado pelo clube. O mesmo caminho segue o atacante Bruno Henricky. O meia Michel Lima, contratado por empréstimo para avaliação junto ao Boavista no meio do ano também não será aproveitado e deixará o clube de São Januário, seguindo o ritmo, um velho conhecido da torcida o acompanhará, para alegria de muitos, Fellipe Bastos é outro confirmado fora dos planos para 2020.

Com as dispensas o Vasco poderá economizar certo valor que poderá ser investido em outras contratações mais produtivas, jogadores como Valdívia, Fellipe Bastos, Maquinho e CLayton mais pesavam no orçamento do que propriamente retornam algum valor ao clube, mesmo que emprestados, o que diminuiu os custos dos mesmos, os pagamentos salariais dos citados podem aliviar a folha e possibilitar um investimento em outras opções, como em novos jovens atletas.

Certo é que, acima de tudo, é necessário um planejamento melhor a ser feito no início de temporada, á certo tempo o Vasco encara problemas com jogadores em que aposta que podem ser soluções para a equipe, mas que acabam encostados. O último exemplo que podemos citar que explica bem desta situação trata-se de Bruno César. Contratado para ser o camisa 10 da equipe, o atleta não correspondeu, demorou a entrar em forma, e ainda no meio para o final da mesma, ainda não se encontrava em plenas condições físicas, o que fez também a torcida pegar em seu pé, com razão. Uma vez que suas atuações não correspondiam ao investimento feito.

É necessário aprender com os erros, para que não haja gastos desnecessários, gastos que não darão retorno, recebendo alto valor salarial, Bruno César deu e continuará dando muito mais prejuízo do que lucro ao clube, uma vez que seu contrato ainda não terminou. Bruno sequer foi titular após o meio da temporada, e só se destacou uma vez, ao marcar de falta no clássico contra o Fluminense, e só. É muito pouco para quem veste a 10 vascaína. Nenê, mesmo tão criticado, e com idade mais avançada, atuava mais partidas e era mais decisivo do que o atual meia do elenco.

O Vasco não pode errar, é preciso mapear bem o mercado, e encontrar opções disponíveis que sejam acessíveis, e sim, é possível, uma vez que contratamos Germán Cano, sem custos, apenas salarial. Não podemos vacilar, negociar dentro das possibilidades, sem loucuras, e aos poucos, com a transparência e sinceridade com as dívidas existente e poderemos formar um time forte para que possamos nos reconstruir acima de tudo como clube

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