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A cruz de malta está desprezada.Mal tratada.Uma joia.Causava inveja aos oponentes.Todos a admiravam.Hoje, o time do Vasco não merece no peito tamanha preciosidade. Não sabem cuidá-la. Tratam-na como se fosse uma bijouteria.Pudera, se os senhores diretores menosprezam-na, o que se pode esperar? A beleza da camisa está na presença dessa cruz. Uma cruz de oito pontas, de sucessos. Uma reverência. A história e a cruz de malta se entrelaçam. Ontem, as asas da esperança voou para as outras bandas. A ameaça do rebaixamento continua rondando São Januário. Um fantasma que deixa pessimista o torcedor cruzmaltino. Era assim, cruzmaltinos, o tratamento dado aos atletas do Vasco. Como também, seus torcedores. Hoje não há mais esse título. Realmente, não dá para fazer omeletes sem ovos.Os jogadores são medíocres, salvo poucas exceções.Esses pouco melhores.Não passam disso.Nenhum torcedor sabe de cor o time do Vasco.Nem pode saber, porque não existe.Nem a zaga, com dois atletas.Até pouco só o goleiro. Daqui prá frente, não sei. Talvez, nem ele.Aprendi que numa orquestra só há harmonia quando há conjunto,obra dos músicos. .Não há alteração entre eles. O técnico do Vasco altera a cada jogo vários atletas.Essa prática pode dar certo quando  há bons estoques. Assim mesmo, em alguns jogos da competição. Mas na conquista de um título, não acredito.Não é o caso do Vasco. Não há na pratilheira, muito menos no estoque. Hoje, nas entrevisats após jogos, com resultados negativos, os jogadores prometem trabalhar mais forte, nos treinamentos. Reflito, não será porque se gastam tantos esforços nos treinamentos a causa de tantas contusões com os jogadores? Ouvi do treinador do Vasco que a escalação depende do rendimento dos jogadores nos treinos.Quer dizer cada treino é tão puxado como os jogos.Levando-se em conta isso, não é incoerência os treinadores reclamarem do calendário, por excessos de jogos ? Assim, acabou-se uma formação de titulares.A escalação depende do adversário. Outra versão que me parece negativa para construir conjunto numa equipe. Qurem fazer do futebol ciência. Para mim  é arte, talento. O Vasco, hoje é manchete fora do gramado. Nas salas.A grande vedete, continua sendo as últimas eleições. Não sei quantos turnos, ou quantas eleições serão necessários para eleger  uma nova diretoria. Mistério.Só serve para  esconder a rídicula participação do time nesta competição. Já perdermos a vergonha. Pensar em título é o mesmo que ganhar na loteria. Hoje o  objetivo é  se manter na primeira divisão. Já nos acostumamos com esse propósito. Assim, perdemos o encanto de apreciar os jogos do Vasco. Esperamos mais derrotas do que vitórias.Conhecemos o fundo poço. Por três oportunidades sentimos a humilhação da presença da série B. Cansa. Acredito que cruzmaltinos da minha idade, deixaram de assistir aos jogos do Vasco. Não há nada atraente. Perdemos a esperança da comemoração de uma vitória. A felicidade de título.Enquanto isso, vi na televisão um fato chocante.Os jogadores do Vasco  num treino, pedindo a benção  ao Eurico, sentado numa cadeira de rodas, no gramado, ao lado do atual presidente, sub judice.Ridículo. Por falar na cruz de malta, as oito pontas significam as oito bem aventuranças.Que assim seja, para a torcida cruzmaltina.

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