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Alberto de Araujo Alberto de Araujo

A pandemia e o Vasco

11 de Fevereiro de 2021

Ser vascaíno há muito tempo, se tornou um martírio.Não se sabe o que é pior: a pandemia ou torcer pelo Vasco. Agora mesmo, estas últimas semanas serão de roer as unhas, daqueles que ainda as tem.Corre-se o risco de,pela quarta vez, figurar na pratelheira de baixo do futebol brasileiro. Mais um rabisco na história do clube.Penso, por que o Vasco paga tantos pecados?O Deus do futebol não tem a menor simpatia com a gente.Poderíamos ser compensados pelos dias de angústia da pandemia com algumas vitórias, mas isso é negado.São seguidas, derrotas acachapantes. A última contra o Fortaleza, "deu vontade de sentar no meio fio e chorar lágrimas de esguicho".Pior ainda, foi assistir a vitória do Sport Recife sobre o Internacional. Senti a presença da esperança despedir-se. A esperança é dócil, amiga, mas gosta de um companheiro trabalhador que lhe, no mínimo, em contra partida, conceda-a segurança de sobrevivência. Os atletas do time negam esse labor. Demonstram preguiça, falta de determinação, desorganizado, trêmulo, como  tivessem sidos contaminados pelo virus dessa pandemia. Sinto que estamos indo para o brejo.Se assim continuar, nem para o brejo iremos e sim para o matadouro. O clube definha. Não conseguem colocar o salário em dia dos aletas e dos funcionários em dia, já há longo tempo. Se tornou uma rotina tóxica. Fazem deles biscateiros.Espanta-me com essa situação financeira periclitante, ainda fazerem projetos de ampliação do estádio São Januário.Se puder mantê-lo bem cuidado, atraente, será suficiente. A essência do clube é o futebol.Este esporte é a centelha que transforma em amor os torcedores do clube. O Vasco tem que ser enquadrado como prefenciai para tomar a vacina., corre risco de vida.

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