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Alberto de Araujo Alberto de Araujo

Nada de confusão

24 de Outubro de 2019

O Vasco cada vez mais, se afasta da confusão. Desejo que seja por longo período. Nestes últimos anos, esse fantasma  esteve sempre rondando São Januário.Desta vez, com o Luxemburgo, através de um diagnóstico preciso, e providências que vem adotando, o time desfruta de bons resultados.Não basta apagar incêndio.É preciso adotar atitudes que previnem novos sinistros.O cenário de adiar pagamentos de salários é o pior possível.Não há menor chance de qualquer empreendimento ter sucesso.Não adianta gastar em decoração em edificação com rachaduras e telhados com goteiras.Nos dias de maus tempos, põe tudo a perder.Essencial uma administração consistente. Há muito o clube carece dessa administração.O clube foi vítima de gestões irresponsáveis que fizeram com o decorrer do tempo definhar a sua estrutura finaceira e econômica.Uma herança maldita.As dívidas acompanham o clube há muito tempo, se renovam, sem capacidade de quitá-las.O vôo do Vasco na melhor das hipóteses é um voo de galinha.Soluços. Sem conquistar títulos.Luta-se para não cair no fosso da série B. Devemos reconhecer neste ano, o excelente trabalho do Vanderlei Luxemburgo.Com simples bijouterias procura transformá-las em jóias. Sente-se que o Luxemburgo busca um trabalho sólido que vise não só este ano mas o  ano vindouro. Preza o planejamento.Há muito não vejo atletas tão dedicados em defender o Vasco. Um time organizado, cheio de entusiasmo, com objetivo definido.Nota-se uma liderança. A confiança dos atletas ao treinador.Não há espaço para estrelismo, tão comum no universo do futebol.Vejo no time também, um elemento essencial nos atletas: o prazer e orgulho de jogar no Vasco da Gama. O Luxemburgo resgatou eses valores.O Vasco da Gama, sofre um processo, já alguns anos, da sindrome do nanismo. Apequenou-se. oriundo de profunda depressão.Para sair desse abismo, primeiramente,só com a união  de forças das pessoas que fazem política no Vasco da Gama. Pensar no clube e abandonar projetos pessoais. Serví-lo e não servir-se.Começar da raiz e não dos quebra galhos.É triste, para nòs vascaínos, reconhecer esse trabalho de resgate  do clube do Flamengo.Não há outro caminho. Mudança do estatuto. Velho e  arcaíco. Os diretores tem que ter responsabilidades fiscal numa administração. Assim, estarão mais atentos a gestão financeira e econômica.O óbvio que foi ignorado até então,

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